Wagner Garcia diz que uma boa gestão não pode descuidar do equilíbrio fiscal

22 de agosto de 2018

Reunido com entidades empresariais, ligadas ao setor produtivo, o candidato a vice-governador Wagner Garcia (MDB), destacou que uma boa gestão não pode descuidar do equilíbrio fiscal, e que o compromisso do candidato a governador Maurão de Carvalho (MDB), é de não aumentar a carga tributária.

“Estamos nos colocando à disposição para servir à sociedade de Rondônia, para contribuirmos com a nossa experiência, com o nosso trabalho, para que o Estado siga numa crescente, com equilíbrio fiscal e com as suas contas em dia. Se isso não for feito, a situação pode se agravar e ficar insustentável, como ocorreu em outros Estados”, explicou Garcia.

Servidor de carreira da Secretaria de Estado de Finanças (Sefin), Wagner ocupou o cargo de secretário na gestão do ex-governador Confúcio Moura (MDB), sendo apontado como um dos responsáveis por garantir o equilíbrio financeiro de Rondônia, mesmo em meio à crise econômica que o Brasil atravessa.

“Não vamos promover aumento da carga tributária e os investimentos em tecnologia serão ampliados, para que a arrecadação seja consolidada, sem sufocar as empresas. Queremos ser um facilitador do setor produtivo, dentro das limitações legais”, completou o candidato a vice.

Os candidatos ao Senado, Confúcio Moura e Valdir Raupp, ambos do MDB, também participaram do encontro e se colocaram à disposição para discutir uma pauta de interesse do setor empresarial, além de ressaltarem a necessidade de uma gestão estadual alinhada com a bancada federal.

“Não temos aventureiros em nossa chapa, mas sim pessoas experientes e com um ampla folha de serviços prestados ao Estado. Se Rondônia atravessou uma grave crise nacional com equilíbrio fiscal, esse modelo precisa ser continuado, com Maurão e Wagner no Governo, Eu e o Confúcio no Senado”, ressaltou Raupp.

Confúcio declarou que as reformas tributárias e previdenciárias são necessárias, porém o grande desafio, segundo ele, é reformar o Estado brasileiro. “É preciso facilitar a vida das pessoas, desembaraçar as coisas. O Brasil é o rei do carimbo. Isso precisa mudar, usar a tecnologia e sermos mais eficientes”, disse.

Ao final, foi entregue um documento aos candidatos, em nome de entidades como Fiero, Fecomércio, Simpi, Faperon,  Sistema “S”, Sebrae, apontando algumas demandas do do setor produtivo e empresarial